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7up7down - Petrobras (PETR4) nega negociação de passivos tributários com o governo, 3R (RRRP3) e Copel (CPLE6) têm mudanças acionárias

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta terça-feira (15)

Felipe Moreira

RIO DE JANEIRO, BRAZIL - MAY 12: A person walks by The Petroleo Brasileiro SA (Petrobras) headquarters on May 12, 2023 in Rio de Janeiro, Brazil. Brazilian President Lula Da Silva said on Thursday that his administration is working to reduce the price of gas in Petrobras and that the government will keep its stake at the company. (Photo by Buda Mendes/Getty Images)

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O radar corporativo desta terça-feira (15) traz a Petrobras (PETR4), que afirmou não estar negociando passivos tributários com o governo.

A 3R Petroleum (RRRP3) e a Copel (CPLE6) informaram mudanças acionárias relevante na noite de ontem.

A Movida (MOVI3) elevou sua Tender Offer de US$ 175 milhões para US$ 300 milhões.

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Jalles Machado (JALL3) aprovou aumento de capital e data de pagamento de dividendos.

Nubank (ROXO34) reverteu prejuízo e lucrou US$ 224,9 milhões no segundo trimestre.

Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, aprovou pagamento de JCP no valor de R$ 265 milhões.

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Confira mais destaques:

Petrobras ([ativo=PETR4])

A Petrobras (PETR4) negou que esteja negociando passivos tributários com o governo. O comunicado foi feito após o fechamento da véspera, após notícias do Estadão de que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, negociaria com o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, um acordo para a companhia pagar pelo menos R$ 30 bilhões para encerrar litígios com a Receita Federal com base nas regras do projeto do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

“A Petrobras esclarece que eventuais decisões relativas à gestão de seu passivo tributário são pautadas em análises criteriosas e estudos técnicos, em observância às práticas de governança e os procedimentos internos aplicáveis, considerando a análise de riscos de possíveis decisões desfavoráveis tanto na via administrativa quanto na via judicial”, disse.

“Sendo assim, são infundadas as notícias a respeito de negociação de acordo com a União no contexto do estabelecimento das regras do projeto de Lei do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais”, completou.

Nesta quarta, passa a vigorar o aumento de 16,3% nos preços médios da gasolina e de 25,8% nos do diesel vendidos a distribuidoras.

Eletrobras (ELET3)

A Eletrobras (ELET3) informou que Ítalo Tadeu de Carvalho Freitas Filho, Vice-Presidente de Engenharia de Expansão da Companhia, acumulará, a partir desta terça-feira, de forma interina, o cargo de Vice-Presidente de Comercialização.

3R Petroleum (RRRP3)

A 3R Petroleum informou que as Gestoras Kapitalo passaram deter 11.889.925 de ações ordinárias, equivalente a 4,95% do capital social da 3R.

Copel (CPLE6)

A Copel (CPLE6) informou que a GQG, por meio das carteiras geridas, adquiriu participação de 59 milhões ações ordinárias da companhia, representando 5,60% das ações ordinárias emitidas pela Copel.

Braskem (BRKM5)

A Braskem (BRKM5) informou que foi notificada pela CGU sobre o encerramento do período de monitoramento do programa de integridade da companhia conforme previsto no acordo de leniência firmado com o órgão e a AGU em 31 de maio de 2019, com destaque para a obtenção da certificação ISSO 37001 pela companhia.

A empresa disse ainda que as iniciativas implementadas pela companhia e que permitiram o encerramento estão alinhadas com a sua fundação estratégica na atuação com ética, integridade e transparência em todas as suas ações, aprimorando os seus sistemas e processos e contribuindo para a melhoria das práticas gerais de conformidade e governança.

Movida (MOVI3)

A Movida anunciou a ampliação em US$ 125 milhões da oferta de recompra de títulos de dívida da sua subsidiária Movida Europe, para US$ 300 milhões.

“Em linha com a estratégia da Movida para geração de valor aos seus acionistas, a Movida anuncia o aumento em US$ 125 milhões da sua tender offer” disse a empresa em comunicado ao mercado. A oferta inicial, anunciada no início de agosto, era no valor de até US$ 175 milhões.

O preço das notas “será de 84 do par (16% abaixo do valor de face da emissão)”, disse a companhia, gerando efeitos positivos com a redução das despesas financeiras até o vencimento da transação, além de melhorias nos indicadores de cobertura de juros e rentabilidade da Movida para seus acionistas.

As notas, vinculadas a metas de sustentabilidade, permanecem com remuneração de 5,250% ao ano e vencimento em 2031, garantidas pela Movida e Movida Locação de Veículos S.A., conforme documento.

O objetivo da operação, segundo a empresa, é reduzir o custo médio da dívida do grupo, mantendo uma robusta posição de caixa e fortalecendo a estrutura de capital da empresa.

Jalles Machado (JALL3)

O Conselho da Administração da Companhia aprovou que ocorrerá em 25 de setembro de 2023 o pagamento dos dividendos no valor de R$ 129.552.357,22, correspondentes a R$ 0,44260702986 por ação.

Farão jus a tais dividendos os acionistas da companhia na data base de 31 de julho de 2023, sendo que desde 1 de agosto de 2023 as ações da Companhia já vêm sendo negociadas ex-dividendos.

Além dos proventos, a Jalles Machado aprovou o aumento do capital social da companhia correspondente a um aporte de, no mínimo, R$ 30 milhões e, no máximo, R$ 60 milhões, mediante a emissão de ações ordinárias.

Telefônica Brasil (VIVT3)

O Conselho de Administração da Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor R$ 265 milhões, o que representa um valor bruto de R$ 0,15982350352 por ação.

O pagamento será realizado até o dia 30 de abril de 2024, com base na posição acionária de 31 de agosto de 2023.

As ações da Telefônica Brasil serão negociadas “ex-juros” a partir de 01 de setembro.

Nubank (ROXO34)

O Nubank (ROXO34) registrou um lucro líquido de US$ 224,9 milhões no segundo trimestre de 2023 (2T23), revertendo prejuízo líquido de US$ 29,9 milhões de um ano antes.

O lucro líquido veio acima dos US$ 197,6 milhões previstos pelo consenso Refinitiv.

Já o lucro ajustado foi de US$ 262,7 milhões no 2T23, montante 1.445% superior ao valor registrado no 2T22.

De acordo com a empresa, o resultado se deve ao crescimento no número de clientes e níveis mais altos de monetização de clientes no Brasil.

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